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Eu não me ajoelhei diante de ti, mas diante de toda a dor humana. Fracasso. Sensação que todos já sentiram algum dia... Nesse momento eu me sinto como um Gavríl Ardaliónovitch. Fracassada. Derrotada em alguns de seus planos. Entretanto, é impossível prever e não tentar é pior ainda, não? À tristeza eu sempre estive familiarizada; e como num filme que eu assisti quinta (Elizabethtown) eu vou me dar o direito de sentir o prazer da tristeza e escolher entre dois caminhos: continuar me lamentando ou seguir em frente. No momento eu estou fazendo um pouco de cada, ouvindo Mr. Big e com isso sentindo um prazer que eu não consigo explicar como triste ou alegre, só prazer. Eu tenho que me fortificar. Por que por mais que esta cidade me deixe melancólica pela falta de cultura e educação das pessoas, eu sei que vou encontrar indivíduos semelhantes até no dito primeiro mundo. Eu tenho que saber o que EU sou e do que eu sou capaz! E isso me parece claro uma transformação tão demorada e sofrida, quantas vezes mais eu vou chorar de dor? Escrito por Carla às 18h53 [ ] [ envie esta mensagem ]
Para comemorar minhas "20 primaveras", como dizem... "...dir-se-ia que receio quebrar o encanto do passado próximo por uma leitura ou ocupação séria. Será que eu considero tão caro esse sonho tumultuoso e as impressões que dele ficaram, que chegue a temer que se esvaia em fumo tudo isso, ao contato da novidade? Sim, é certo que me são caros e, seguramente, daqui a quarenta anos ainda lembrarei..." (treco de O Jogador) Eu queria saber porque eu me sinto tão apática com relação a minha vida...não sei se é com o espaço que me certa ou se é a falta de algo. E ainda esta greve não ajuda, eu tenho muito tempo vago apesar de ler, ensaiar, etc...e como Raskolhnikov disse: com inteligência o diabo ajuda...
Escrito por Carla às 16h53 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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